sábado, 1 de outubro de 2016

Eleições 2016: avaliando as eleições municipais

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Estamos na reta final das eleições de 2016, desde início deste ano que o quadro político na cidade foi se desenhando, surgiram vários pré candidatos a prefeitos, como:  Paulo Renan (PT), Diego França (DEM), Dr. Alisson Taveira (REDE), Assis do Hospital (PP), Luciana Farias (PR), Assis do Hospital (PP), Flávio de Tetê (PSDB) e Ney Leite (PSD). No decorrer do tempo, as coisas foram se alinhando e restaram apenas três candidatos a prefeitos: Assis do Hospital (PP), Dr. Alisson Taveira (REDE) e Ney Leite (PSD). Vale destacar que foi uma campanha bastante acirrada, onde as provocações eram constantes nas redes sociais e para finalizar, faltando poucos dias para o pleito, o atual prefeito de Touros/RN, Ney Leite publicou na terça (27) nas redes sociais um vídeo anunciando sua desistência na corrida ao Palácio Porto Filho, alegando perseguições e bloqueios nas contas pessoais, dificultando a doação para a sua campanha, ficando apto apenas Assis do Hospital (PP), Dr. Alisson Taveira (REDE). Dos 73 candidatos a vereadores, serão escolhidos 13 para ocupar as vagas disponíveis na Câmara Municipal de Touros e dos 02 candidatos a prefeito será escolhido apenas um para governar Touros, aguardamos uma Touros Melhor, com mais educação, saúde, esporte e geração de emprego e renda para os munícipes. Nós do blog desejamos boas eleições a todos os tourense, que cada um reflita e escolha o candidato ideal, que realmente trabalhe por Touros. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

I Mostra Literária da E. M. Junqueira Ayres com a temática "viajando na leitura"


Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias. A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. Por este motivo, a Escola Municipal Drº. Orlando Flávio Junqueira Ayres está em campanha, faça já sua doação de livros paradidáticos e incentive o seu próximo a se tornar um leitor, faça sua doação através do telefone: 84 98130-9199.

Eleições 2016: Mais de 20 pessoas já foram mortas nesta campanha eleitoral pelo país

José Gomes da Rocha era candidato à Prefeitura de Itumbiara (GO) pelo PTB
José Gomes da Rocha era candidato à Prefeitura de Itumbiara (GO) pelo PTB

O ataque a tiros que matou o ex-prefeito e candidato à Prefeitura de Itumbiara (GO), José Gomes da Rocha (PTB), e feriu o vice-governador de Goiás, José Eliton (PSDB) foi o mais recente de uma série de homicídios e tentativas de homicídio contra candidatos nas eleições de 2016. Ao menos, mais de seis candidatos e outras pessoas envolvidas em política foram mortas durante esta campanha eleitoral.

Eliton, que é o governador em exercício, e Rocha participavam de uma carreata durante a campanha eleitoral em Itumbiara na quarta-feira (28) quando foram alvejados pelo motorista de um carro. O autor dos disparos foi morto pelos seguranças do vice-governador.

Ainda nesta quarta, o candidato a prefeito de Santa Cecília (SC) João Rodoger de Medeiros (PSD) sofreu uma tentativa de assassinato. Um homem alvejou o veículo do político --três balas atingiram o para-brisa da caminhonete e duas, o capô. O candidato não se feriu.

Dias antes, no Rio, a vítima foi o presidente da Escola de Samba Portela, Marcos Vieira Souza, 52, conhecido como Marcos Falcon (PP). Ele era candidato a vereador e foi morto a tiros de fuzil durante uma emboscada, feita por quatro homens em um carro perto do comitê de campanha, na zona Norte da cidade.

Falcon era subtenente da Polícia Militar e estava licenciado para o período eleitoral. Durante vários anos foi parte da Divisão Antissequestro da Polícia Civil. Ele era casado com a porta-bandeira da Beija-Flor, Selminha Sorriso. Ele já foi acusado de ter tramado o assassinato da então chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, hoje deputada estadual pelo PDT.

No último fim de semana, também no Estado do RJ, o candidato a vereador no município de Itaboraí José Ricardo Guimarães Costa (PTC), conhecido como Capitão Guimarães, morreu após ter sido após ter sido baleado por criminosos quando passava na garupa de uma moto na comunidade de Reta Velha. Ele era capitão reformado da Polícia Militar (PM) e estava na comunidade em um compromisso de campanha.


No começo desta semana, no Rio Grande do Norte (RN), o vereador candidato à reeleição Manoel Clementino do Carmo (PMDB) foi morto a tiros durante uma carreata política na cidade de Serrinha dos Pintos. Policial militar da reserva tinha 56 anos. Um homem abriu fogo contra a multidão, matando o vereador.

No dia 20, o alvo foi candidato a vereador da cidade de Pinhais (PR), Celso Santos (PDT), de 46 anos. Ele foi baleado durante a manhã, e o atirador o chamou pelo nome antes de efetuar os disparos. Os tiros o atingiram de raspão.

No começo do mês, José Cláudio Carvalho Borges (PSDB), vereador candidato a reeleição na cidade de Barra (BA), foi assassinado no fim de um evento político. Dois homens dispararam contra o político durante a carreata do candidato a prefeito Deonísio de Assis (PSDB), que escapou ileso. 

Outros atentados

Na madrugada de sexta-feira (23), um candidato a prefeito de Japeri, na Baixada Fluminense, também policial militar, sofreu um atentado a tiros. André Luis de Oliveira Cristino, mais conhecido como Andrezinho de Japeri, 39, foi atacado quando chegava em casa após um compromisso de campanha, segundo a Polícia Civil. O candidato não se feriu.

Também neste fim de semana, um candidato a prefeito no Piaui (PI) foi alvo de uma tentativa de homicídio. Romualdo Brazil (PSOL), que disputa a prefeitura de Demerval Lobão, foi atingido por um tiro no braço durante visita a uma ocupação.

Em agosto, o candidato a vereador no Guarujá (SP) Cerciran dos Santos Alves (PSDB), foi morto com vários tiros perto do seu comitê de campanha. Conhecido como Celso do Transporte, ele foi morto dentro de seu carro. Foram feitos pelo menos 15 disparos.

Reforço do Exército

O estado do Rio de Janeiro está entre os que mais têm registrado ocorrências na atual campanha eleitoral, sobretudo na região metropolitana da capital.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de tropas nas eleições para a capital e mais dez municípios. A solicitação foi feita pelo governo do estado e pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), após os vários casos de assassinatos de pré-candidatos em municípios fluminenses.

(Com Agência Brasil)

Eleições 2016: RS tem maior número de cidades no país com só um candidato a prefeito

Cidades com apenas um candidato a prefeito (Foto: Arte)


O Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de cidades com candidato único para o cargo de prefeito nas eleições deste ano no país. São 32 municípios gaúchos. Houve um salto de 68% no número de cidades nessa situação em relação às 19 registradas em 2012.

Após o Rio Grande do Sul, São Paulo aparece na segunda posição com 17 municípios, sendo seguido por Minas Gerais com 16 cidades. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foram cruzados pelo G1.

Neste ano, a maioria das cidades gaúchas com apenas um político na disputa para prefeito tem um perfil similar: menos de 8 mil habitantes. Apenas Crissiumal, no Noroeste do estado, está fora desse padrão, com mais de 14 mil moradores.

É possível ver ainda os partidos representados por esses prefeitos. Dos 32 candidatos deste ano no Rio Grande do Sul, 15 são do PP, sete do PMDB, quatro do PDT, dois do PSB e outros quatro do DEM, PRB, PSDB e PTB. Na eleição de 2012, dos 19 candidatos sete eram do PMDB, seis  do PT, quatro do PP e três do PDT. Outro dado curioso é que, por duas eleições seguidas, três cidades tiveram só um candidato: Doutor Maurício Cardoso, Mato Queimado, Westfália.

Situação divide opinião de moradores

Em Tio Hugo, no Norte do estado, é a segunda vez que os eleitores vão para as urnas tendo apenas uma opção de voto para prefeito. O candidato é o atual vice-prefeito, Gilso Paz (PDT), que apesar de não deixar a campanha de lado, destaca a vantagem da candidatura única. "Muitas vezes as eleições em municípios pequenos acabam acarretando enormes divergências entre pessoas e nós não queremos dividir a nossa comunidade", diz o candidato.

A funcionária pública Valduze Volmer concorda. "A comunidade está se unindo para fazer uma política de uma forma diferente. E priorizando não siglas partidárias e, sim o desenvolvimento de uma comunidade, de um município", avalia.

Em Condor, no Noroeste do estado, a eleição para prefeito também terá um candidato único. "Aqui aconteceu muita briga, muita encrenca, muita adversidade. Este ano não vai ter, por esse motivo eu concordo", observa o pedreiro Gilnei Silva da Costa.

Mas a falta de opções desagrada alguns moradores. "Para a população poder escolher, em quem votar, que daí se não ter quem tu escolher para votar, tu não tem como cobrar", observa o torneiro mecânico Elias Trindade Moreira

O candidato de Porto Mauá, Leocir Weiss (PP), avalia os gastos de campanha sem adversários. "São mínimos, nós não temos panfletagens, nós não temos. Não há necessidade de ter este gasto extra."

Segundo o secretário judiciário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Rogério Vargas, apenas um voto válido é necessário para o candidato ser eleito. Entretanto, ele faz uma ressalva. "Votos nulos ou em branco não contam para a validade da eleição."  

Vargas percebe que, em municípios pequenos, eleições com candidato único para prefeito viraram "tendência". "Vêm crescendo constantemente, parece mais um acordo político. Para nós é uma situação normal, mas atípica." Para quem for votar em uma das 32 cidades, o secretário judiciário salienta que não há diferença alguma no processo. "É tudo igual. Claro, que só um candidato."

Fonte: http://g1.globo.com/


Eleições 2016: entenda como funciona o voto nulo, o voto em branco e a nova regra do voto em legenda



Muita gente ainda tem dúvida sobre voto nulo e voto em branco. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esses dois tipos de voto servem de opção para o eleitor que não quer escolher um candidato para votar. “Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou não escolher candidato algum”, diz o site do órgão. Além dos votos nulo e em branco, na Eleição 2016 passa a valer a nova regra do voto em legenda, o que tem gerado ainda mais dúvidas sobre o assunto. Entenda como cada um deles funciona.

Como funciona o voto em branco?

Quando ainda não havia urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Com isso, o eleitor não manifestava preferência por nenhum dos candidatos. Atualmente, o voto em branco continua sendo válido. A diferença é que, hoje, para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.

Para quem vai o voto em branco?

“Antigamente, como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições”, explica o site do TSE. Entretanto, a partir da Constituição de 1988 (atual), determinou-se que não sejam computados os votos em branco para a verificação da maioria absoluta. Ou seja, os votos em branco não são contabilizados para nenhum candidato.

Como funciona o voto nulo?

O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor digita um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”. Se antigamente o voto em branco servia como um “voto de conformismo”, o voto nulo era considerado um voto de protesto, indicando a insatisfação do eleitor, já que este não era atribuído a nenhum candidato. Hoje, como antigamente, os votos nulos não são contabilizados para nenhum candidato.

Se 50% dos votos forem nulos e brancos a eleição é cancelada?

Não, pois votos nulos e brancos não são contabilizados. Por exemplo, se 99% dos votos forem nulos e brancos, o 1% de votos válidos serão contabilizados e determinarão o vencedor do pleito. A Justiça Eleitoral realiza nova eleição apenas quando o candidato eleito (com mais de 50% dos votos válidos) tem mandato cassado ou registro indeferido, o que retira da nova disputa. O TSE explica também que uma eleição só é anulável “quando viciada de falsidade, fraude, coação, interferência do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade em desfavor da liberdade do voto, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei.”

O que é considerado voto válido?

Apenas os votos nominais e os de legenda, ou seja, votos em branco e nulos são desconsiderados nos cálculos eleitorais, conforme a Constituição. “A contagem dos votos de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz: ‘é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos'”, explica o TSE.

Como funciona a nova regra do voto em legenda?

A mudança nos artigos 108 e 109 do Código Eleitoral aprovada em 2015 passa a valer nas Eleições de 2016. Ela exige que os candidatos a deputado federal, deputado estadual e vereador tenham, individualmente, pelo menos 10% do quociente eleitoral para se eleger. O quociente eleitoral, por sua vez, é calculado dividindo-se o número de votos válidos da eleição (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou na Câmara Municipal.

Isso significa que um candidato bem votado só conseguirá “puxar” outros candidatos do seu partido se esses outros candidatos tiverem, pelo menos, 10% do quociente eleitoral. Exemplo: nas Eleições de 2014, o candidato a deputado federal Celso Russomanno recebeu, sozinho, mais de 1,5 milhão de votos. Isso permitiu que o seu partido, o PRB, garantisse oito vagas na Câmara dos Deputados. Com a regra atual do voto de legenda, a bancada de São Paulo do PRB teria ficado com duas vagas a menos.

Com a mudança, os candidatos estão pedindo aos eleitores que abandonem a prática do voto de legenda, em que o eleitor escolhe apenas o partido sem especificar os candidatos. O voto na legenda continua ajudando o partido, pois determina o quociente partidário e o número de vagas ao qual o partido terá direito. Mas para eleger, especificamente, um candidato a deputado federal, deputado estadual e vereador – seja da forma tradicional ou “puxado” – será necessário que o candidato tenha, individualmente, pelo menos 10% do quociente eleitoral.

Se o partido não tiver um candidato com o mínimo de votos exigido, essa vaga é transferida a outro partido após novo cálculo.

Fonte: http://istoe.com.br/

A nova vergonha do Carandiru


Foi em outra véspera de eleição, mais de duas décadas atrás. Em 2 de outubro de 1992, a Polícia Militar de São Paulo invadiu a penitenciária do Carandiru para reprimir uma rebelião. A ação matou 111 presos em meia hora. As fotos dos corpos, nus e enfileirados no chão de concreto, correram o mundo como um símbolo da barbárie brasileira.

O massacre também se tornou sinônimo de impunidade. Depois de 24 anos, nenhum policial foi preso. Autoridades da época, como o governador Luiz Antônio Fleury Filho, nem chegaram a ser processadas. Agora o caso ganha mais um capítulo vergonhoso. O Tribunal de Justiça anulou os julgamentos que condenaram 74 PMs. Todos recorriam em liberdade, apesar da gravidade dos crimes e das penas de até 624 anos de prisão.

O relator do recurso, desembargador Ivan Sartori, defendeu a absolvição dos PMs. Ao justificar o voto, ele tentou reescrever a história. "Não houve massacre, houve legítima defesa", afirmou. A declaração é espantosa porque as vítimas estavam desarmadas e todos os policiais saíram vivos. A perícia contou uma média de cinco tiros por corpo, muitos disparados pelas costas e na cabeça.

O desembargador também deixou claro que não se importava com a reação da opinião pública. "Eu sou o juiz", decretou. "Seremos criticados pela imprensa, mas não quero saber da imprensa", prosseguiu. Seria demais esperar que ele se importasse com as famílias das vítimas.

Ao contrário do que pregam os defensores da violência policial, massacres de presos não protegem o "cidadão de bem". O resultado do Carandiru foi a criação do PCC, que organizou o crime e passou a controlá-lo dentro e fora das cadeias.

O coronel Ubiratan Guimarães, que comandou o banho de sangue, chegou a se eleger deputado. Seu número terminava em 111, num deboche com o saldo de mortos na invasão. Fleury não tem mais votos, mas continua no poder. É integrante da executiva estadual do PMDB.

Fonte> http://m.folha.uol.com.br/

Eleições 2016: Reflita


Já que o dia 2 tá chegando, digamos que você venda seu voto por R$ 500,00 reais, você ficará muito feliz. Aí, você pega os R$ 500,00 e divide por 48 meses, (4 anos) que vai ficar em torno de R$ 10,41 por mês, ou seja, ao dia seu voto vai custar R$ 0,35 centavos, tendo em vista que você ficará sem saúde, sem educação, sem emprego, sem saneamento básico e sem moral. Portanto, não venda seu voto, exerça sua cidadania, votando em um dos candidatos a cargos eletivos do município de Touros.